O circuito que queremos construir
01 · ENTRADAUgeda pergunta ou fornece dados.
02 · DECISÃOAgentes escolhem fonte, recorte e formato.
03 · ESTRUTURADados com unidade, período, território e proveniência.
04 · PEÇAGráfico, tabela, mapa ou carrossel.
05 · REVISÃOIdentidade Geocracia, checagem e aprovação antes de publicar.
A saída visual não pode ser decidida só pela aparência da pergunta: exige dados adequados, cobertura, licença, escala e validação do que será mostrado.
Arquitetura para discussão · não implementada
Como a resposta estruturada se liga às quatro ferramentas
Proposta: criar uma fronteira de dados validada entre o motor Geocracia.ai e as ferramentas internas. Todas leem o mesmo resultado versionado, sem extrair números da prosa da IA.
1 · EntradaPergunta de Ugeda ou dados fornecidosIntenção, escala, período e finalidade
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2 · Motor + fontesGeocracia.ai e conectoresSSE documentado; examinar tool:result real
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3 · Contrato propostogeocracia.dataset/1.0Validação, snapshot, cobertura e proveniência
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4 · FerramentasGeoDrafts · GeoCards · Mapas · miniPrévia e revisão humana
O que existe: a documentação descreve SSE e tool:result, mas não comprova um dataset territorial completo e padronizado. token e reasoning não são fontes numéricas. O envelope acima é proposta.
GeoDrafts → orquestração
Entrada: pergunta, intenção interpretada, result_id, status e candidatos de visualização.
Saída: pauta, escolha da peça, rascunho e revisão; encaminha o mesmo snapshot aos renderizadores.
Hoje: serviço privado; código local difere do implantado. Não há roteamento universal ligado ao motor.
GeoCards → gráficos e tabelas
Entrada: observações tipadas, unidades, períodos, cobertura, fonte e transformações.
Saída: card, tabela, série, barras ou dispersão quando os pares x/y e o universo forem comparáveis.
Hoje: homologação restrita; nem toda pergunta é coberta, nem a arte final é aprovada.
Mapas + GeoCore → território
Entrada: códigos oficiais, valores/ausências e referência separada à malha, versão, CRS e licença.
Saída: coroplético UF/município ou pontos/linhas somente após conferir cobertura, junção e direitos.
Hoje: GeoCore em homologação isolada; malha municipal não homologada/importada, API espacial e exportações incompletas. Protótipo não é implantação.
GeoDrafts-mini → narrativa
Entrada: resumo verificável, referências ao result_id, fontes, limitações e alertas.
Saída: contexto e carrossel com logo oficial; números e legendas vêm do snapshot, não da prosa gerada.
Hoje: fluxo separado; formato 4:5 e revisão visual/editorial ainda exigem validação.
O que passa pela fronteira
Identidade: versão, requisição, resultado e status. Sentido: indicador, unidade, período, escala e universo. Dados: tipo (tabela, série, mapa, dispersão, grafo), colunas tipadas e linhas ou referência privada ao snapshot. Confiança: fonte, licença, método, cobertura, ausências, hashes, avisos e revisão humana.
Para respostas grandes, discutir manifesto e result_id com consulta autenticada, não presumir exportação existente. Grafo requer nós/arestas e evidências; dispersão requer pares na mesma unidade observacional; mapa requer dados separados da geometria.
Decisões com Ugeda e José Sapienza: obter exemplos reais anonimizados de
tool:result para UF e município; escolher payload completo no SSE ou snapshot privado por
result_id; definir quem valida fonte, cobertura, malha e licença. Só depois integrar geradores.
Ler proposta detalhada → Síntese do estado verificado no código e nos relatórios locais em 03/11/2026. “Hoje” distingue produção, homologação e protótipo local. Este documento não altera os aplicativos nem aprova uma peça para publicação.