Guia de conversa
Ugeda · Sapienza · Luiz
03/11/2026 · 17h
Operação editorial interna

Da pergunta à peça visual da Geocracia.

Como fazer a IA identificar uma fonte adequada e transformar perguntas — ou dados recebidos diretamente — em gráficos, tabelas e mapas confiáveis para as redes sociais.

Não são aplicativos para venda ou acesso público

O circuito que queremos construir

01 · ENTRADAUgeda pergunta ou fornece dados.
02 · DECISÃOAgentes escolhem fonte, recorte e formato.
03 · ESTRUTURADados com unidade, período, território e proveniência.
04 · PEÇAGráfico, tabela, mapa ou carrossel.
05 · REVISÃOIdentidade Geocracia, checagem e aprovação antes de publicar.

A saída visual não pode ser decidida só pela aparência da pergunta: exige dados adequados, cobertura, licença, escala e validação do que será mostrado.

Qual o papel de cada frente?

GeoDrafts · bancada central

Pautas, perguntas e produção

Organiza o trabalho editorial, pesquisa, geração de rascunhos, infográficos e revisão. Pode ser a interface que encaminha a pergunta ao caminho de produção correto.

Hoje: há serviço privado com pautas e rascunhos; o código local mais recente não equivale à versão implantada. Ainda não é um decisor universal de fontes e formatos.

GeoCards · dados em cards

Respostas estruturadas e gráficos/tabelas

Explora perguntas estatísticas com fonte verificada, cálculo reproduzível e prévia de card. É uma peça da cadeia de dados, não um aplicativo de venda.

Hoje: homologação privada para um conjunto estreito de perguntas/indicadores; prévia marcada “RASCUNHO · NÃO PUBLICAR”. Não cobre toda pergunta nem entrega arte final aprovada.

Mapas · visualização territorial

Coropléticos por UF e município

Usa dado territorial associado a uma malha compatível para transformar indicadores em mapas factuais, inclusive malha municipal quando a cobertura permitir.

Hoje: renda por UF e PIB municipal geram protótipos locais; não estão implantados. Malhas, licença, cobertura, legibilidade e casos com dados suprimidos ainda exigem validação.

GeoDrafts-mini · narrativa

Pesquisa e carrossel editorial

Converte uma pergunta em pesquisa citada e carrossel para edição. Útil para explicar o dado e contextualizar a peça visual; não substitui cálculo factual.

Hoje: fluxo privado separado das pautas; um exemplo Gamma saiu em 9:16, não no 4:5 desejado para feed. Formato e arte precisam de revisão.

Arquitetura para discussão · não implementada

Como a resposta estruturada se liga às quatro ferramentas

Proposta: criar uma fronteira de dados validada entre o motor Geocracia.ai e as ferramentas internas. Todas leem o mesmo resultado versionado, sem extrair números da prosa da IA.

1 · EntradaPergunta de Ugeda ou dados fornecidosIntenção, escala, período e finalidade
2 · Motor + fontesGeocracia.ai e conectoresSSE documentado; examinar tool:result real
3 · Contrato propostogeocracia.dataset/1.0Validação, snapshot, cobertura e proveniência
4 · FerramentasGeoDrafts · GeoCards · Mapas · miniPrévia e revisão humana

O que existe: a documentação descreve SSE e tool:result, mas não comprova um dataset territorial completo e padronizado. token e reasoning não são fontes numéricas. O envelope acima é proposta.

GeoDrafts → orquestração

Entrada: pergunta, intenção interpretada, result_id, status e candidatos de visualização.

Saída: pauta, escolha da peça, rascunho e revisão; encaminha o mesmo snapshot aos renderizadores.

Hoje: serviço privado; código local difere do implantado. Não há roteamento universal ligado ao motor.

GeoCards → gráficos e tabelas

Entrada: observações tipadas, unidades, períodos, cobertura, fonte e transformações.

Saída: card, tabela, série, barras ou dispersão quando os pares x/y e o universo forem comparáveis.

Hoje: homologação restrita; nem toda pergunta é coberta, nem a arte final é aprovada.

Mapas + GeoCore → território

Entrada: códigos oficiais, valores/ausências e referência separada à malha, versão, CRS e licença.

Saída: coroplético UF/município ou pontos/linhas somente após conferir cobertura, junção e direitos.

Hoje: GeoCore em homologação isolada; malha municipal não homologada/importada, API espacial e exportações incompletas. Protótipo não é implantação.

GeoDrafts-mini → narrativa

Entrada: resumo verificável, referências ao result_id, fontes, limitações e alertas.

Saída: contexto e carrossel com logo oficial; números e legendas vêm do snapshot, não da prosa gerada.

Hoje: fluxo separado; formato 4:5 e revisão visual/editorial ainda exigem validação.

O que passa pela fronteira

Identidade: versão, requisição, resultado e status. Sentido: indicador, unidade, período, escala e universo. Dados: tipo (tabela, série, mapa, dispersão, grafo), colunas tipadas e linhas ou referência privada ao snapshot. Confiança: fonte, licença, método, cobertura, ausências, hashes, avisos e revisão humana.

Para respostas grandes, discutir manifesto e result_id com consulta autenticada, não presumir exportação existente. Grafo requer nós/arestas e evidências; dispersão requer pares na mesma unidade observacional; mapa requer dados separados da geometria.

Decisões com Ugeda e José Sapienza: obter exemplos reais anonimizados de tool:result para UF e município; escolher payload completo no SSE ou snapshot privado por result_id; definir quem valida fonte, cobertura, malha e licença. Só depois integrar geradores. Ler proposta detalhada →

O que precisamos esclarecer na reunião

  1. Faixa de perguntas: quais perguntas Ugeda realmente fará? Quais podem ser respondidas automaticamente, quais exigem seleção humana de fonte e quais devem ser recusadas?
  2. Saída padronizada: que estrutura o processo de consulta deve devolver para servir a qualquer renderizador? Proposta para discutir: pergunta, fonte e link, licença/atribuição, indicador, unidade, período, operação, território/código, valor, ausências/supressões, método e evidências.
  3. Duas portas de entrada: o mesmo contrato deve aceitar tanto pergunta em linguagem natural quanto planilha/API/dados fornecidos diretamente? Quem valida dados recebidos?
  4. Escolha da entrega: quando a resposta vira tabela, gráfico, ranking, série, mapa coroplético ou carrossel? Um mapa municipal só se justifica com cobertura e malha corretas.
  5. Identidade única: qual é o kit oficial de logo, cores, tipografia, rodapé de fonte e formatos feed/Story? Todo o circuito deve produzir peças com a identidade visual da Geocracia e a logo oficial — não marcas genéricas dos geradores.
  6. Controle editorial: quem confere fonte e número, quem aprova a arte e quem autoriza o envio às redes? A automação deve acelerar a produção, não eliminar a revisão.
Direção sugerida para debate: definir primeiro um contrato de dados estruturados e um conjunto pequeno de perguntas reais; depois testar diferentes saídas a partir da mesma resposta validada. O circuito permanece interno e a publicação depende de aprovação.

Ler proposta de contrato de dados para discussão com José Sapienza →

Síntese do estado verificado no código e nos relatórios locais em 03/11/2026. “Hoje” distingue produção, homologação e protótipo local. Este documento não altera os aplicativos nem aprova uma peça para publicação.